Sombras de Goya – Filme

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Sobre o filme
História de Goya

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Por motivos que desconheço o filme “Sombras de Goya” não estreou nos cinemas da cidade aonde moro, o que torna difícil (para não dizer impossível) escrever algo sobre ele.

Fico imaginando se foi preconceito de cidade provinciana por ser um filme espanhol ou preconceito da Igreja local (leia-se: o arcebispo, que também impediu a exibição de “Lutero” na cidade), já que o filme trata de uma personalidade que foi considerada herege pela Igreja de seu tempo por causa de suas obras e mostra justamente esse período de crise.

Fiz uma pesquisa da história do filme, li as sinópses e vou me ater à elas e aos dados técnicos do filme.

Em Sombras de Goya, apesar de dar seu nome ao título do filme, o pintor Francisco de Goya (Stellan Skarsgård) serve para “dar liga” à história, ligando os dois protagonistas: Inês Bilbatua (Natalie Portman) e o monge Lorenzo (Javier Bardem). Goya assiste à mudanças políticas na Espanha, como a invasão por Napoleão e vive os últimos anos da Inquisição Espanhola. A história gira em torno de sua musa, Inês, que o trai, deixando-se manipular pelo Irmão Lorenzo. Lorenzo era um dos líderes religiosos que guiava a Inquisição Espanhola.

Sombras de Goya cartaz

Sombras de Goya
Outros títulos: Los Fantasmas de Goya / Goya’s Ghosts
Direção: Milos Forman
Música: Varhan Bauer / José Nieto
Distribuição: Downtown / Warner
Gênero: Drama
Duração: 113 minutos
Lançamento (Espanha): 2006
Lançamento (EUA): 20 de julho de 2007
Lançamento (Brasil): 7 de Setembro de 2007

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Sobre Fernanda Eggers

Comunicóloga, fotógrafa, jornalista, revisora, apaixonada por cinema, HQs e literatura. (E gatos.)
Esse post foi publicado em Drama, Goya, História, Warner. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para Sombras de Goya – Filme

  1. Eduardo disse:

    Proibir filme é uma divulgação gratuita. Só sendo muito carola pra aceitar assim uma proibição de *igreja*.

    Mas é foda quando esse tipo de atitude interfere a liberdade de outras pessoas de ver filmes. Eu não sabia que Lutero tinha sido proibido. Uma merda. Que atitude medieval, proibir! E que atitude servil dos exibidores, aceitar uma proibição de uma autoridade ilegítima! He, he.

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