Índice
O Livro
Trilha Sonora
O Filme
O filme, dirigido por Francis Ford Coppola, segue à risca a história do livro, acrescentando poucos detalhes e mesmo esses tornam a história ainda mais interessante.
Winona Ryder interpreta Mina Murray e Elisabeta, a noiva do príncipe Vlad Dracul. Mina é, de certa forma, o ponto central da história, é para onde todos os outros personagens convergem, já que é o objeto de desejo de Drácula. Keanu Reeves interpreta seu noivo, Jonathan Harker, e faz bem o seu papel. Prestem atenção, no entanto, na cena do trem, na qual podemos ter um vislumbre de Neo (Matrix).
As estrelas do filme são, realmente Gary Oldman (Príncipe Vlad / Conde Drácula) e Anthony Hopkins (Professor Abraham Van Helsing / Chesare), que criam o clima e a espectativa da história.
O longa respeita as peculiaridades do livro, mantendo narrativas de diários e cartas e mostrando seus autores enquanto escrevem. Ele trás também uma Lucy Westenra (Sadie Frost) bem, digamos, espevitada. Foi uma boa interpretação e combina com a personagem, tanto a do livro quanto à do filme. Na obra de Bram Stoker só conhecemos sua personalidade pelo que é descrito nos diários de Mina, do Dr. Jack Seward (Richard E. Grant), de Lorde Arthur Holmwood (Cary Elwes) e de Quincey P. Morris (Bill Campbell). Todos eles a descrevem com alguma diferença, mas seu encanto e a forma como parece apaixonada por todos eles se mantém presentes nos quatro “manuscritos”.
Quanto aos “defeitos” especiais, esses são completamente relevantes. Como o filme foi feito em 1992, não podemos esperar algo no nível de 300 de Esparta, por exemplo, mas cumprem bem o seu papel e não atrapalham a experiência.
Título Original: Bram Stoker’s Dracula
Distribuição: Columbia Pictures
Direção: Francis Ford Coppola
Música: Wojciech Kilar
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 127 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1992

Eu li o livro e depois vi o filme. Gostei e tb achei bem fiel, mas como sempre o livro é melhor.
Boa noite Fernanda,
Peço desculpas por ter usado um trecho do seu blog e não ter lhe dado os devidos créditos e também por ter colocado uma ênfase em parênteses sobre o seu texto.
Já retirei o seu texto do blog, pois percebi que você ficou um pouco incomodada por ser um blog “mitológico”cristão, além disso temos uma visão diferente sobre filmes.
Mas para mim o importante é que você deve ter lido algo. As coisas que escrevo de fato ocorrerão e quando tudo isso acontecer você lembrará do que viu e leu.
Um Abraço
Ailton
http://www.apocalipsetotal.blogspot.com/
Gosto muito – muito mesmo – deste filme de Coppola! (lembro qdo assisti no finado Municipal) Reeves é a peça mais fraca do elenco e, como vc mesmo disse, o show é de Oldman e Sir Hopkins (“Ninguém lambe uma navalha como ele”, alguém disse. Mas vc foi um pouco dura com os efeitos. Coppola quis que fôsse utilizados truques antigos, como alçapões e complexas coreografias (como as noivas grudadas uma na outra, parecendo carta de baralho qdo o Conde as expulsa da cama de Reeves). Ah, sabia que a bela Monica Bellucci fez uma das noivas? E que teria um filme do personagem de Hopikins? (não aquela “aberração” com Hugh Jackman)…